A história da Aromaterapia – O início

Por Diogo Silva

Embora a prática contemporânea da moderna aromaterapia tenha se tornado nos últimos 100 anos, o uso de óleos essenciais para curar a mente, o corpo e o espírito pode ser observado em todas as principais civilizações antigas. As plantas aromáticas desempenharam um papel central na arte da cura desde os primórdios da humanidade.

O homem da antiguidade tinha um apurado sentido do olfato, a primordial para sua sobrevivência e da sua tribos. Muito antes de ter a capacidade de pensar, o nosso cérebro já desenvolverá o assim chamado sistema límbico, onde também se situa o sentido do olfato.

Nossos ancestrais aprenderam por tentativa e erro e pela observação das plantas que os animais doentes comiam certa raízes, frutos e folhas que os ajudavam a aliviar os sintomas de diversas doenças.

Além das formas e cores, o cheiro das plantas, das frutas, das amoras, dos cogumelos, da água potável e das carnes frescas eram marco de reconhecimento na procura pelo alimento. Também a escolha do parceiro sexual, na hora correta, era definido pelo cheiro.

Nossos ancestrais descobriram que certas plantas agravaram os sintomas de algumas doenças que causavam vômitos e até mesmo a morte.

Em algum momento do tempo, o homem lançou, galhos, grama secas e plantas em sua fogueira percebeu os odores que o envolviam, e sentiu os seus efeitos: Sonolência, Vigilância, Lassidão e alegria; na maior parte das vezes, alimentou-se de plantas e de frutos e notou que o seu corpo reagia de acordo com o que comia.

Há relatos que plantas aromáticas eras reverenciada por meio de sua queima e pela oferenda de sua fumaça aos deuses. A história da cura pelas plantas erva teve assim o início e com ela também história da aromaterapia.

no Iraque, ao lado de um esqueleto de 6 mil anos, foram encontrado vasilhas contendo pólen de flores de plantas medicinais nativas, o que leva a crer que o homem era um xamã um experiente é conhecedor de plantas. Existe ainda hoje uma prescrição de cura datada nessa época, com mais de 8.000 receitas.

Para os egípcios, a cura pelos aromas é o método mais eficaz, porque eles acreditavam que os cheiros eram uma especial provisão dos deuses, destinada aos homens. Seus reis faziam uso, naturalmente dos mais caros óleos. Eles mandavam encher suas piscinas com água de Rosa, e depois da morte, seus corpos eram pixelados com resinas de coníferas para que o processo natural de decomposição fosse evitado.

Essa comprovação se tem pois quando arqueológicos abriram as tumbas e encontraram o corpo dos faraós quase impactos. Na tumba do rei Amon foram encontrados recipientes com sssência aromática, e embora remontem aos anos de 1400 a.C não perderam suas intensidades.

100 anos depois de Cristo já aparecia comércio de plantas aromáticas. Primeiro foram os árabes que levaram noz moscadas do Tibete, Sândalo da Índia e cânfora da china para os países do ocidente.

Os romanos,que traziam muitas novas especiarias das regiões conquistadas, eram mestre nas maravilhosas artes dos banhos e massagens exóticas e alcançavam nisso o maior êxito.

No oriente próximo, destinavam determinados óleos essenciais para cada chakra do homem e utilizavam em práticas espirituais na meditação.

Nas grandes epidemias como as peste os aromas era um poderoso auxiliador da profilaxia. Nas ruas e hospitais eram queimados resina de Pinho, de Cedro e de cipreste para, debelar a epidemia.

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