Aromaterapia

Por Diogo Silva

O que é Aromaterapia

Aroma significa perfume.

Terapia vem do grego THERAPEIA, que significa “o ato de curar” ou “ato de restabelecer”.

Aromaterapia está especificamente ligado a ação terapêutica dos óleos essenciais .

Aromaterapia é a arte e a ciência que visa promover a saúde e o bem-estar do corpo, da mente e das emoções, através do uso terapêutico do aroma natural das plantas por meio de seus óleos essenciais (GRACE, 1999; ULRICH, 2004). Os óleos essenciais são substâncias complexas, voláteis e de fragrância variável, oriundos de qualquer parte da planta, sendo produzidos principalmente pelas famílias Lauraceae, Myrtaceae, Labiateae, Rutaceae, Umbeliferaceae, entre outras, e resultantes do metabolismo secundário das plantas aromáticas (BUCHEBAUER, 2004; BANDONI; CZEPAK, 2008).

Segundo MILLER (1991), não se pode datar exatamente a primeira extração por destilação de óleos essenciais. O autor cita em seu livro que o objetivo das primeiras destilações realizadas teria sido a obtenção do álcool de vinho, o chamado “espírito” presente no mel fermentado. Esse fato provavelmente ocorreu na época posterior ao dilúvio, de acordo com as escrituras hebraicas. Há alguns milhares de anos, ervas aromáticas, bálsamos e resinas eram empregadas para embalsamar cadáveres em cerimônias religiosas ou de sacrifícios, porém, nenhum documento reporta de modo claro o uso de óleos essenciais isolados (STANWAY,1993).

Os mais antigos relatos acerca do emprego de produtos naturais no tratamento de enfermidades estão presentes, há mais de 2000 anos a.C., nos livros em sânscritos dos Ayurvedas. Esta prática corresponde ao sistema de medicina mais antigo do mundo e ao exercício mais comum de medicina não alopática vivenciada na Índia, em especial na área rural, onde habita mais de 70% da população desse país (BOURRET, 1981; GOGTAY et al., 2002).

Pedanius Dioscórides, médico grego que nasceu em Anazarbo, próximo de Tarso na Célica (atual Turquia) e viveu no primeiro século a. C., durante o reinado do imperador Nero, escreveu o Tratado Periules Latriches, conhecido em latim como “De Matéria Médica” em cinco livros. Esse tratado discorre sobre a eficácia terapêutica de substâncias naturais originarias do reino animal, vegetal e mineral. O volume sobre as ervas contido no Códice da Biblioteca Nacional de Nápoles descreve em suas 170 páginas ilustradas todas as plantas medicinais da época, seu hábitat e uso terapêutico (NORTON, 2006).

Os antigos persas e egípcios conheciam os óleos essenciais de Terebintina (madeira de pinheiro) e resina de mastique (Pistacia lentiscus), sem dúvida o primeiro óleo essencial obtido a partir da destilação a seco. Vasos de alabastro, encontrado em antigas tumbas de faraós, possuíam óleos essenciais e datavam de mais de 6.000 anos (PRICE, 1994). Os óleos essenciais eram empregados pelos egípcios, também, em massagens de embelezamento, para proteger a pele do clima árido e evitar a decomposição de seus mortos, demonstrando que conheciam suas propriedades antissépticas. Essas informações difundiram-se para os antigos gregos e deles para os romanos (DE LA CRUZ, 1997).

Schirlei da Silva Alves Jorge (2013), em seu livro Plantas Medicinais: Coletânea de Saberes menciona que desde o ano 3000 a.C. há informações que a China dedicava-se ao cultivo de plantas medicinais, tendo o Imperador Sheng-Nung utilizado uma série de plantas em seu próprio corpo para saber o efeito que acarretavam e, entre tantas, destacou o uso da raiz de ginseng, anunciando ser a mais fenomenal das ervas e que beneficiava a longevidade. Ele escreveu um tratado denominado PEN T’SAO, uma farmacopéia que englobava o saber relacionado com o uso de plantas como medicamentos. Igualmente, no livro Su Wen – “Tratado de Medicina Interna” do antigo Imperador Amarelo da China, Huang Ti, há registros de vários remédios aromáticos como o opium e o gengibre, muitos deles empregados não só terapeuticamente, mas, inclusive, em cerimônias religiosas como Li-Ki e o ritual Tcheou-Li (WARREN; WARRENBURG, 1993).

Durante as cruzadas, o conhecimento dos óleos aromáticos e perfumes difundiram-se para o leste e Arábia, o médico e filósofo árabe chamado Abu Ali al-Husayn Abdallah Ibn Sina, conhecido como Avicena, foi o primeiro a utilizar o processo de destilação com serpentina refrigerada para extrair o óleo essencial de rosas. Nesta época o produto final obtido era na realidade o hidrolato, água com o óleo essencial, como por exemplo, a água-de-rosas extraída da Rose centifolia. Foi atribuída a Avicena a “invenção da destilação”, mas na realidade ele aperfeiçoou o método, o que possibilitou a obtenção de muitos óleos e produtos com melhor qualidade para a época. (GRACE, 1999).

A primeira descrição, no que se refere aos óleos essenciais, foi realizada detalhadamente por Arnold Villanova de Bachuone no século XIII onde relacionou terebintina, alecrim e sálvia. As ervas eram maceradas em “I’ eau vie” ou fermentadas em água (devido à presença de álcool), mas a separação dos óleos essenciais não era realizada ao fim do processo, obtendo-se, assim, somente águas aromáticas. Neste século muitos óleos essenciais foram destilados, os de amêndoas amargas, arruda, canela, sândalo e rosa estão entre eles. (CORAZZA, 2002).

Em 1551, Adam Lonicir produziu a obra intitulada “Krauterbuch”, conhecido genericamente como Livro das Ervas, no qual catalogou as ervas e os óleos de sementes conhecidos até então, com as devidas informações de seu uso medicinal. Esta obra tornou-se um marco valoroso na divulgação da aromaterapia prática (CORAZZA, 2002).

Entre 1560 e 1580 o jesuíta José de Anchieta relatou minuciosamente as plantas comestíveis e medicinais do Brasil em suas missivas ao superior-geral da Companhia de Jesus, em Portugal. O padre Anchieta cita uma “erva boa” quando se referiu à Mentha piperita, utilizada pelos índios para combater indigestão, suavizar nevralgias, reumatismo e doenças nervosas (CORAZZA, 2002).

No ano de 1563, o doutor Giovanni Battista Della Porta publicou seu trabalho intitulado “líber de distillatione” com a meta de especificar claramente os óleos carreadores, os óleos essenciais e os métodos de separação dos óleos essenciais das aromáticas águas destiladas. Durante os séculos XVI e XVII houve uma grande expansão na utilização dos óleos essenciais na terapêutica de várias enfermidades e sua introdução no comércio mundial (CORAZZA, 2002).

Em 1639, o alemão Jorge Marcgrave juntamente com o Holandês Guilherme Piso publicaram o livro “História Natural do Brasil”, nele escreveram com detalhes os hábitos dos brasileiros em relação ao uso das plantas medicinais, especialmente os chás e ungüentos, feitos com plantas ricas em óleos essenciais, prescrita pelos curandeiros negros, mulatos, pajés e caboclos. No início de 1904, o doutor Cuthbert Hall demonstrou que o poder anti-séptico do óleo essencial de Eucalyptus globulus em sua forma natural era muito mais forte do que seu principal constituinte e principio ativo isolado, o eucaliptol, também conhecido como cineol (CORAZZA, 2002).

Em 1920, o químico francês Maurice René de Gattefossé apresentou a denominação aromaterapia pela primeira vez, impulsionada por uma experiência pessoal, visto que acidentou-se em seu laboratório de perfume ao queimar seu braço e, na tentativa de apagar o fogo, ele mergulhou o braço em um barril de liquido que estava próximo contendo NOx Ph232, popularmente conhecido como óleo de lavanda. Rapidamente ocorreu o alívio da dor sem sinais e sintomas detectados habitualmente em queimaduras, como vermelhidão, calor, inflamação, bolhas e cicatrizes, sendo a queimadura curada (LICHTINGER, 2006)

Em 1928, Gattefossé publicou um livro intitulado “Aromatherapy”, onde relatava suas pesquisas, reacendendo o interesse por essa tradição milenar (LAWLESS, 1995). Em 1938, o médico Godissart, em Los Angeles, começou suas atividades na área da aromaterapia clínica tratando úlceras faciais, câncer de pele, gangrena e outras formas de infecção cutânea com formulações a base de óleos essenciais.  Outro importante trabalho foi “Terapia através dos óleos essenciais”, escrito pelo médico Jean Valnet, que havia estudado as pesquisas de Gattefossé. (DAVIS, 1993; EDRIS, 2007).

Nascimento: 1881
Falecimento 1950

Durante a segunda guerra mundial o Doutor Jean Valnet (1933-1995), serviu como médico na frente da armada francesa nas muralhas chinesas e ao tratar as vítimas, ele teria ficado sem antibióticos, fato que o levou a tentar fazer uso de óleos essenciais, tais como lemon, chamomille, Eucalyptus globulos, entre outros, e para seu espanto tais óleos possuíam poderoso efeito em reduzir e/ou parar os processos infecciosos, possibilitando salvar muitos soldados. Esses relatos foram publicados em 1964, na França, no seu livro “Aromatherapie” (TISSERAND, 1993).

Paul Belaiche e Jean Claude Lapraz são médicos renomados franceses que foram alunos do Doutor Valnet e responsáveis pela expansão e divulgação de seu trabalho. Eles descobriram, analisaram e verificaram clinicamente que os óleos essenciais continham propriedades antivirais, antibacterianas, antifúngicas e anti-sépticas, sendo também poderosos oxigenadores com habilidades de agir como agentes carreadores na condução de nutrientes para células do corpo (ROSE, 1996).

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Jean Valnet
  Nascimento 27 de junho de 1920 Falecimento 29 de maio de 1995

Na Inglaterra, a aromaterapia sob a visão holística, foi introduzida na década de sessenta por Micheline Arcier e Daniele Ryman, alunas da enfermeira e assistente cirúrgica Marguerite Maury que nasceu na Áustria em 1895 e viveu em Viena. Mme Maury foi considerada a pioneira em estabelecer essa perspectiva dentro da aromaterapia. Seu método de aplicação dos óleos essenciais pela massagem, de acordo com o temperamento e personalidade do usuário, idealizando assim as “prescrições individuais”. Marguerite Maury divulgou seu trabalho em toda a Europa e abriu clínicas de aromaterapia em Paris, Suíça e Inglaterra (RHIND, 2012).

Com o advento da segunda guerra mundial e o desenvolvimento tecnológico da indústria farmacêutica, a terapia através dos óleos essenciais e a fitoterapia foram praticamente renegadas e esquecidas, posto, era o auge dos antibióticos. No entanto, a perda dos efeitos curativos de muitos princípios ativos sintéticos, devido ao surgimento de microrganismos cada vez mais resistentes, levou a indústria farmacêutica a sintetizar outros bem mais potentes e por vezes com efeitos adversos ainda mais indesejáveis; esse fato reacendeu o interesse pelas terapias que fazem uso de óleos essenciais (LAVABRE, 1997). Atualmente alguns óleos essenciais já estão sendo usados em substituição a determinados antibióticos com êxito e sem efeitos adversos

O óleo essencial de Melaleuca alternifolia é bastante utilizado em infecções bacterianas, em especial, as causadas por bactérias Gram negativas. Esse óleo essencial provoca lise e perda da integridade da membrana bacteriana, devido à saída de íons e inibição da respiração (CARSON et al., 2006). Pelissari et al. (2010) relataram resultados sobre a atividade antibacteriana in vitro do óleo essencial de Melampodium divaricatum (Rich) DC., mostrando total inibição do crescimento de cepas Gram positivas, como Staphylococcus aureus e Bacillus subtillis.Pibiri et al. (2006) demonstraram a redução de contagem bacteriana, quando linhagens foram submetidas aos vapores de óleos essenciais em ambientes fechados, bem como nos sistemas de ventilação. Os autores afirmaram que essa constatação reforça o potencial antimicrobiano de óleos essenciais no seu estado gasoso, o que poderá ser amplamente empregado visando controle de microrganismos em ambientes ou por via inalatória.

Atualmente a aromaterapia é reconhecida e empregada em muitos países industrializados, como um método extremamente eficaz de terapêutica. Em se tratando do conhecimento e avanço na área, a Inglaterra e a França são os países que mais se destacam, com trabalhos sérios e de qualidade. Vale ressaltar que na Inglaterra existe um Conselho de Aromaterapia e na França existem faculdades que possuem a disciplina “Aromaterapia” nos seus cursos de medicina (BUCKLE, 2002).

O Brasil se posiciona como o 3° maior exportador de óleos essenciais do mundo, com aproximadamente US$ 147 milhões, atrás apenas dos EUA e França, tendo ultrapassado o Reino Unido em 2007. No entanto, desse volume, 91% consiste em óleo essencial de cítricos, principalmente laranja (80%), subprodutos da indústria de sucos e de baixo preço (US$ 2,18/kg). O Brasil produz e exporta por ordem de importância: óleos de laranja, limão, eucalipto, pau-rosa, lima e capim limão (FERRAZ et al., 2009).

De acordo com a base de dados americana United Nations Commodity Trade Statistics Database – COMTRADE (2005), os maiores consumidores de óleos essenciais no mundo são os EUA (40%), a União Européia – UE (30%), sendo a França o país líder em importações e o Japão (7%), ao lado do Reino Unido, Alemanha, Suíça, Irlanda, China, Cingapura e Espanha.

Anualmente, a produção mundial de óleos essenciais de trinta espécies aromáticas é estimada entre 110.000 e 120.000 toneladas e sua utilização não se restringe a aromaterapia, eles são também amplamente empregados na indústria de cosmética, alimentícia, saneantes e bebidas (GARLET et al., 2007). Resultados de pesquisas atuais indicam que a prática milenar da aromaterapia é uma forma de terapia complementar eficaz para a promoção geral do bem-estar e para o tratamento de muitos problemas de saúde, incluindo transtornos de humor e declínio cognitivo (HOROWITZ, 2011).

A comunidade científica tem despendido esforços no intuído de elucidar as diversas propriedades dos óleos essências. Atividades farmacológicas tais como a antinociceptiva, anticonvulsivantes e hipotensivas vêm sendo descritas na literatura para diversos óleos essenciais, a exemplo do estudo desenvolvido com óleo essencial de Cymbopogom winterianus e seus constituintes (BRITO et al. 2012; BASTOS et al. 2012; QUINTANS-JÚNIOR et al. 2008).

Adicionalmente, é importante destacar grandes perspectivas para o uso dos óleos essenciais em outras indústrias além da farmacêutica, como por exemplo, na indústria cosmética, que os emprega na produção de protetores solares, loções antissépticas, desodorantes, produtos de higiene e perfumes (KORAC et al., 2011; SANTOS et al., 2009), ou  na indústria alimentícia, como aromatizantes e conservantes, ou ainda na fabricação de alimentos e bebidas. (DAVID et al., 2006).


REFERÊNCIA

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